Área de atuação

Acidentes em ônibus, vans e aviões.

Defendemos passageiros e familiares de vítimas fatais em acidentes envolvendo ônibus urbanos, rodoviários, vans escolares, fretados e voos comerciais. Toda vítima e todo familiar de vítima tem direitos — e a condução técnica de um escritório especializado é o que transforma esses direitos em reparação integral.

Toda viagem é uma promessa de chegada.

Quando alguém entra em um ônibus, em uma van escolar, em um voo ou em qualquer transporte coletivo, está confiando o que tem de mais importante — a própria vida ou a vida de quem ama — à empresa que oferece o serviço. É um contrato silencioso, mas absolutamente claro: chegar ao destino em segurança.

Quando esse contrato é quebrado, é comum que a empresa transportadora adote uma postura defensiva: minimiza o ocorrido, remete a vítima ou a família ao seguro obrigatório, oferece valores muito aquém do prejuízo real ou simplesmente desaparece. Esse cenário se repete em viações de ônibus, em empresas de transporte escolar, em fretados de turismo e até em companhias aéreas — especialmente quando os danos são graves.

O princípio que sustenta cada caso

Quem confia o transporte de si ou de quem ama a uma empresa contrata uma promessa simples: chegar ao destino em segurança. Se houve dano, houve uma responsabilidade. Toda vítima de acidente de transporte — e todo familiar de vítima fatal — tem direitos. O papel de um escritório especializado é justamente garantir que esses direitos sejam transformados em indenizações justas e condizentes com o prejuízo real.

Há, ainda, uma dimensão que muitas vítimas e famílias só percebem depois: buscar seus direitos não é só um ato individual. É um ato de prevenção coletiva. Cada caso bem conduzido, cada indenização condizente com a gravidade do que aconteceu, ajuda a tornar economicamente inviável a omissão em manutenção, treinamento de motoristas e protocolos de segurança. Quando vítimas se calam ou aceitam acordos injustos, o cálculo da empresa permanece intacto — e o próximo passageiro corre o mesmo risco.

Procurar a justiça é também impedir que aconteça de novo. Em outra viagem. Em outra família.

Sobre uma premissa equivocada

É comum ouvir, em casos de óbito, que "não adianta mover ação, porque o morto não volta". É verdade: o morto não volta. Mas evitar que outros morram é fundamental — e essa é uma das funções mais importantes de uma ação de reparação. Não se trata de transformar dor em dinheiro. Trata-se de garantir que aquela perda não se repita pela mesma falha — em outra viagem, em outra família.

Se você é o passageiro

Quem viaja como passageiro — em ônibus urbano, intermunicipal, fretado, escolar ou em voo comercial — está, em regra, sob a responsabilidade direta da empresa transportadora. Quando ocorre um acidente, com lesão ou consequências graves, é natural que a vítima espere amparo, suporte médico e indenização. E quase nunca recebe na medida do que precisa.

Todo passageiro vítima de acidente tem direitos. O que muda de um caso para outro é a profundidade da análise: quais coberturas podem ser acionadas, quais frentes jurídicas podem ser exploradas, e como construir uma estratégia que leve à reparação integral — e não apenas a uma indenização parcial e desconectada dos prejuízos reais.

Documentos importantes para preservar

  • Bilhete, passagem ou comprovante da viagem
  • Boletim de ocorrência
  • Atendimentos médicos e laudos
  • Fotos do veículo e do local do acidente
  • Nomes e contatos de testemunhas
  • Notícias jornalísticas sobre o acidente

Acidentes em transporte escolar

Acidentes em vans escolares ganham contornos particularmente delicados — envolvem crianças e adolescentes, e a reparação precisa considerar não apenas as lesões imediatas, mas o impacto no desenvolvimento, no acompanhamento psicológico e na vida escolar. São casos que exigem sensibilidade e técnica em proporção igual.

Atuamos em casos envolvendo vans contratadas por escolas, vans particulares, ônibus escolares municipais e qualquer modalidade de transporte vinculada ao deslocamento de alunos.

Para familiares de vítimas fatais

Não há palavras que devolvam alguém. Mas há um trabalho jurídico que pode garantir o suporte material que a família precisa para seguir — e o reconhecimento formal do prejuízo causado pela perda.

Todo familiar de vítima fatal de acidente de transporte tem direitos. O que faz a diferença entre uma reparação simbólica e uma reparação integral é a profundidade técnica do trabalho jurídico: identificar todas as coberturas e seguros aplicáveis, mapear cada frente possível e construir a estratégia certa para o caso.

Em casos de óbito em transporte coletivo, conduzimos o processo com a discrição que o momento exige. Não cobramos da família a tarefa de entender de seguros ou de caminhos jurídicos — isso é com a gente. O que precisamos é entender a história e construir, juntos, a melhor estratégia.

Como atuamos nestes casos

Nosso trabalho começa onde os atendimentos genéricos terminam: na busca pela reparação integral. Iniciamos cada caso com uma análise técnica completa: reunimos os documentos disponíveis, mapeamos os seguros e coberturas envolvidos, avaliamos as condições do veículo e o cumprimento das normas de segurança aplicáveis, e estimamos o valor justo da indenização.

Em alguns casos, é possível alcançar um desfecho pela via administrativa, em diálogo com a empresa transportadora. Em outros, é necessária a ação judicial, com perícia, oitiva de testemunhas e, se preciso, recursos até as instâncias superiores. Em todas as etapas, você é informado e participa das decisões importantes.

Quem atendemos

Perfis de quem
buscou nossa defesa.

i.

Passageira ferida em capotamento de ônibus

Acidente em viagem rodoviária — fraturas múltiplas e necessidade de tratamento prolongado.

ii.

Família de vítima fatal de acidente aéreo

Voo comercial com vítima fatal — busca reparação junto à companhia aérea e seguros.

iii.

Criança ferida em van escolar

Colisão de van contratada pela escola — busca indenização pelos pais junto à empresa e à instituição.

iv.

Idoso atropelado por ônibus urbano

Atropelamento em via pública por veículo da viação concessionária — sequelas permanentes.

Perguntas frequentes

O que costumamos
ouvir nos primeiros contatos.

O seguro obrigatório é apenas uma das frentes possíveis de reparação — e costuma cobrir uma fração muito pequena do prejuízo real em casos graves. Há, em paralelo, a responsabilidade civil da empresa transportadora, seguros adicionais que podem estar contratados, e outras coberturas que precisam ser identificadas caso a caso. Aceitar apenas o seguro obrigatório significa, em muitos casos, abrir mão de uma reparação muito maior.
Recomendamos fortemente que não aceite nenhum valor sem antes consultar um advogado especializado. As propostas iniciais costumam ser muito inferiores ao que efetivamente seria devido. Uma vez assinado o termo de quitação, dificilmente é possível voltar atrás — o que era uma proposta vira limite final.
Em diversas situações, sim. Há regras específicas para acidentes aéreos, inclusive os internacionais, com tratados que regem responsabilidade e foro de discussão. Cada caso depende das circunstâncias do voo, das partes envolvidas e do domicílio das vítimas — sempre com análise técnica antes de qualquer conclusão.
A análise técnica precisa considerar a empresa que opera a van, eventual contrato com a escola, seguros vinculados ao serviço, e as condições do veículo no momento do acidente. Em casos envolvendo crianças, a sensibilidade do trabalho é redobrada — incluindo o acompanhamento das consequências no desenvolvimento e na vida escolar.
Os honorários são definidos individualmente, considerando a complexidade do caso e os valores envolvidos, sempre conforme a tabela e o Código de Ética da OAB. A primeira conversa de avaliação não gera obrigação financeira nem compromisso de contratação.
Comece quando se sentir em condições. Não esperamos da família o conhecimento técnico — esperamos a história. Conduzimos a análise jurídica com discrição, apontamos os caminhos possíveis e só seguimos adiante com sua autorização. Se preferir, o primeiro contato pode ser feito por WhatsApp, sem necessidade de deslocamento.
Decisões reais

O que os tribunais já decidiram.

Decisões públicas de tribunais brasileiros em casos similares aos que atendemos. São referências de como o Judiciário tem tratado situações de vítimas e familiares — e do que pode estar ao alcance da sua causa.

TJDFT · 2ª Vara Cível de Ceilândia

Empresa de ônibus paga indenização e pensão vitalícia após acidente em rodovia

Passageiro sofreu múltiplas lesões — fraturas faciais, perda de dentes, diminuição da visão — após ônibus perder controle e cair em vala. Decisão reconheceu a cláusula de incolumidade implícita em todo contrato de transporte, condenando a viação à indenização por danos morais e pensão vitalícia.

Indenização + pensão: Pensão vitalícia
(+ indenização por danos morais)
TJ-MS · 4ª Câmara Cível

Passageira com invalidez parcial recebe pensão vitalícia de meio salário

Passageira de 55 anos sofreu fraturas após freada brusca em ônibus, ficando com invalidez parcial permanente. Tribunal manteve pensão mensal vitalícia equivalente a 50% do salário da época, além da indenização por danos morais — confirmando o direito do art. 950 do CC.

Indenização + pensão: R$ 10 mil
(morais + pensão vitalícia mensal)
TJDFT · 1ª Turma Cível

Empresas de ônibus condenadas em mais de R$ 220 mil após colisão em rodovia

Passageiro sofreu graves sequelas físicas em colisão de ônibus com carreta em rodovia. Tribunal majorou a indenização original de R$ 40 mil para R$ 200 mil, reconhecendo o impacto das sequelas no exercício profissional do autor — somada a pensão vitalícia de 10 salários mínimos.

Indenização total: R$ 220 mil+
(R$ 200 mil morais + R$ 20 mil estéticos + pensão de 10 SM)
TJDFT · 1ª Vara Cível de Taguatinga

Passageira tem perna esmagada por ônibus e cooperativa paga pensão vitalícia

Motorista abriu a porta antes da frenagem total e a passageira foi lançada para fora, tendo o pé direito esmagado pelo pneu traseiro. Decisão estabeleceu danos estéticos por deformidade permanente, danos morais, pensão vitalícia e custeio integral do tratamento — incluindo cirurgia plástica reparadora.

Indenização + pensão: R$ 40 mil
(R$ 20 mil estéticos + R$ 20 mil morais + pensão de 1 SM)

Decisões compiladas a partir de fontes públicas oficiais (STJ, TST, TRFs, TJs e respectivos sites de notícias). Cada caso tem suas particularidades — os valores e desfechos não são previsões para situações futuras.

Sua causa começa aqui

Sua história merece
ser ouvida. Sua causa,
defendida.

Se você ou alguém da sua família foi vítima de acidente em transporte coletivo — ônibus, van, fretado ou voo —, conte sua história. Avaliamos com cuidado e respondemos com clareza sobre os caminhos jurídicos possíveis.

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