Área de atuação

Acidentes em
aplicativos de transporte.

Defendemos passageiros, motoristas e familiares das vítimas fatais em acidentes ocorridos em corridas e entregas por Uber, 99, inDrive e demais plataformas, tanto em carro quanto em moto. Toda vítima e todo familiar de vítima tem direitos. A condução técnica de um escritório especializado é o que transforma esses direitos em reparação integral.

Quando o acidente acontece, a plataforma desaparece.

É a queixa que mais ouvimos. Depois de um acidente em uma corrida de Uber, 99, inDrive ou de qualquer outro aplicativo, passageiros e motoristas tentam contato com a empresa e recebem a mesma resposta protocolar: "somos apenas uma empresa de tecnologia, não prestamos serviço de transporte". Quando não é essa a resposta, a empresa exige uma série de documentos e impõe etapas burocráticas sucessivas, até que a família, exausta, acabe desistindo.

A vítima ou a família ficam sem assistência médica adequada, sem retorno sobre seguros e sem qualquer apoio, num dos momentos mais difíceis da vida. Mas isso não significa que não há direitos. Significa que você precisa de quem saiba como buscá-los.

O princípio que sustenta cada caso

Quando alguém solicita uma corrida, contrata um serviço com uma obrigação clara: ser levado ao destino sem qualquer prejuízo. Se houve dano, houve um responsável. Toda vítima de acidente, e todo familiar de vítima fatal, tem direitos. O papel de um escritório especializado é justamente garantir que esses direitos se transformem em reparação integral.

Se você era passageiro.

Quem solicita uma corrida confia no serviço oferecido pela plataforma e contrata uma promessa simples: chegar ao destino são e salvo. Quando esse compromisso é quebrado, e a pessoa sofre um acidente com lesão ou consequências graves, é natural que a vítima espere amparo.

E quase nunca o recebe. Mas todo passageiro vítima de acidente em corrida tem direitos. Cada caso passa por estudo individualizado, considerando a gravidade das lesões, as despesas envolvidas, o impacto na vida profissional e familiar, e todos os caminhos disponíveis para garantir o que é justo.

Se você é motorista de aplicativo.

Motoristas de aplicativo enfrentam uma situação particularmente injusta: prestam serviço em nome de uma marca conhecida, recolhem comissão para a plataforma a cada corrida e, no momento em que sofrem um acidente, recebem a mesma resposta padrão de que a plataforma "é só tecnologia".

Todo motorista de aplicativo vítima de acidente tem direitos a explorar. As plataformas oferecem coberturas próprias para situações de acidente, mas o caminho até elas costuma ser longo, cheio de exigências documentais, recusas e silêncios. Sem um escritório especializado conduzindo o caso, é grande o risco de o motorista receber muito menos do que efetivamente lhe é devido, ou nada.

Se você é motoboy ou mototaxista.

Motociclistas que prestam serviço por aplicativos, seja entrega de comida, documentos, mercadorias ou passageiros, estão entre os profissionais mais expostos do trânsito brasileiro. Os acidentes nessa atividade frequentemente causam lesões graves, amputações e óbitos.

E, mais uma vez, a resposta padrão das plataformas é a mesma: "somos empresa de tecnologia". O motoboy ou sua família ficam sozinhos diante de um sistema que se beneficia do serviço prestado, mas se afasta na hora do prejuízo. Atuamos para reverter esse silêncio.

Documentos importantes para preservar

Se você se acidentou em corrida ou entrega por aplicativo, ou perdeu um familiar nessas circunstâncias, alguns documentos podem ajudar significativamente na construção do caso:

  • Print da corrida no aplicativo (ID, valor, trajeto)
  • Boletim de ocorrência
  • Atendimentos médicos, laudos e exames
  • Conversas com o suporte da plataforma (e-mails, prints)
  • Histórico de corridas dos meses anteriores
  • Notícias jornalísticas que tenham noticiado o acidente

Mesmo se faltar parte desses documentos, ou se você não souber como obtê-los, isso não impede a análise do caso. Conduzimos o levantamento junto ao cliente.

Conte sua história

A análise técnica do seu caso começa quando você nos procura. Não cobramos do cliente o conhecimento jurídico, cobramos a história. Fale com a equipe pelo WhatsApp para uma primeira conversa, sem compromisso.

Quando o acidente foi fatal.

Não há palavras que devolvam alguém. Mas há um trabalho jurídico que pode garantir o suporte material que a família precisa para seguir, além do reconhecimento formal do prejuízo causado.

Todo familiar de vítima fatal tem direitos. O que faz a diferença entre uma reparação simbólica e uma reparação integral é a profundidade técnica do trabalho jurídico: identificar todas as coberturas e seguros aplicáveis, mapear cada frente possível e construir a estratégia certa para o caso.

Conduzimos cada caso com a discrição que o momento exige. A família não precisa entender de seguros, de plataformas ou de caminhos jurídicos. Isso é com a gente. O que precisamos é entender a história e construir, juntos, a melhor estratégia.

Há, ainda, uma dimensão que muitas vítimas e famílias só percebem depois: buscar seus direitos não é só um ato individual. É um ato de prevenção coletiva. Cada caso bem conduzido, cada indenização condizente com a gravidade do que aconteceu, ajuda a tornar economicamente inviável a postura de afastamento das plataformas. Quando vítimas se calam ou aceitam acordos injustos, o cálculo da empresa permanece intacto, e o próximo passageiro, motorista ou motoboy corre o mesmo risco.

Procurar a justiça é também impedir que aconteça de novo. Em outra corrida. Em outra família.

Sobre uma premissa equivocada

É comum ouvir, em casos de óbito, que "não adianta mover ação, porque o morto não volta". É verdade: o morto não volta. Mas evitar que outros morram é fundamental, e essa é uma das funções mais importantes de uma ação de reparação. Não se trata de transformar dor em dinheiro. Trata-se de garantir que aquela perda não se repita pela mesma falha, em outra corrida, em outra família.

Como atuamos.

Nosso trabalho começa onde os atendimentos genéricos terminam: na busca pela reparação integral. Estudamos cada caso com a profundidade que ele exige, identificamos as frentes jurídicas possíveis e conduzimos a estratégia até o final.

Os detalhes técnicos, como quem responde, qual a tese aplicável e qual o valor adequado, ficam reservados ao atendimento direto com o cliente. Cada situação é única, e a análise individualizada é parte do nosso compromisso.

Quem atendemos

Perfis de quem
buscou nossa defesa.

i.

Passageira atropelada por carro de app

Vítima de colisão durante corrida solicitada, com fratura múltipla, sequelas e afastamento prolongado do trabalho.

ii.

Família de motorista falecido em serviço

Acidente em corrida de madrugada. Esposa e filhos buscam pensão e indenização junto à plataforma e à seguradora.

iii.

Motoboy com amputação por colisão

Acidente durante entrega, com perda de membro inferior e necessidade de adaptações vitalícias.

iv.

Pedestre atropelado por moto de aplicativo

Lesão grave em via urbana. Buscou responsabilização tanto do motorista quanto da plataforma contratante.

Perguntas frequentes

O que costumamos
ouvir nos primeiros contatos.

Esse é o relato mais comum que recebemos. As plataformas adotam, sistematicamente, a postura de afastamento, alegando que são "apenas tecnologia". Isso não significa que o seu direito acabou. Significa que você precisa de atuação jurídica especializada para que a empresa seja chamada a responder. Conte sua história e analisamos os caminhos possíveis.
Recomendamos fortemente que não aceite nenhum valor sem antes conversar com um advogado especializado. As propostas iniciais costumam ser muito inferiores ao que seria devido. Uma vez aceito o acordo e dada a quitação, dificilmente é possível voltar atrás. Antes de assinar qualquer coisa, fale com a gente.
Vale. Em mais de dez anos de atuação na defesa de vítimas, raras foram as vezes em que uma situação grave não tinha algum caminho jurídico de reparação. Em vez de descartar o caso por suposição, nos conte a história. A análise técnica é nossa.
É verdade que o morto não volta. Mas evitar que outros morram pela mesma falha, e garantir o amparo material da família que ficou, são razões suficientes para procurar justiça. Não se trata de transformar dor em dinheiro. Trata-se de reparação e de prevenção.
Os honorários são definidos individualmente, sempre conforme a tabela e o Código de Ética da OAB. A primeira conversa de avaliação não gera obrigação financeira nem compromisso de contratação. Você fala, escutamos, e a partir daí cada um decide se faz sentido seguir.
Da forma mais simples possível: você nos conta a sua história, pelo WhatsApp, pelo telefone ou por e-mail. Não precisa preparar documentos, não precisa entender de direito. Quem precisa entender somos nós. Em sigilo absoluto.
Decisões reais

O que os tribunais já decidiram.

Decisões públicas de tribunais brasileiros em casos similares aos que atendemos. São referências de como o Judiciário tem tratado situações de vítimas e familiares, e do que pode estar ao alcance da sua causa.

TJ-SP · Tribunal de Justiça de São Paulo

Passageira sofre fratura exposta em corrida e plataforma é responsabilizada solidariamente

Passageira de aplicativo sofreu fratura exposta após colisão durante a corrida. Tribunal reconheceu a responsabilidade solidária da plataforma, tratando-a como integrante da cadeia de fornecimento do serviço de transporte e afastando a tese de que seria "apenas tecnologia".

Indenização total: R$ 50 mil
(R$ 40 mil danos morais + R$ 10 mil danos estéticos)
TJ-SP · Foro Regional de Santana

Passageiro com fraturas e cirurgia obtém condenação solidária de motorista e plataforma

Após acidente durante corrida solicitada via aplicativo, passageiro sofreu fraturas que exigiram cirurgia para colocação de placas e pinos, com afastamento de 50 dias do trabalho. Tanto o motorista quanto a plataforma foram condenados, sendo afastada a tese de não ser empregadora.

Indenização total: R$ 20.800
(R$ 20 mil morais + R$ 800 materiais)
STJ · Superior Tribunal de Justiça

Plataforma paga indenização securitária de R$ 100 mil em caso de morte de passageiro

Em caso de óbito de passageiro durante corrida, a plataforma efetuou pagamento integral da cobertura securitária prevista (R$ 100 mil, divididos entre os pais da vítima). Caso ilustra a importância de identificar e acionar todas as coberturas vinculadas ao serviço.

Cobertura paga: R$ 100 mil
(seguro vinculado à plataforma)
TJ-SC · Tribunal de Justiça de Santa Catarina

Motociclista com sequelas permanentes obtém pensão vitalícia

Após acidente grave em via pública, motociclista ficou com sequelas permanentes e perda parcial de capacidade laborativa. Decisão estabeleceu pensão vitalícia mensal além da indenização por danos morais, reconhecendo a redução de capacidade ainda que parcial.

Indenização + pensão vitalícia: R$ 25 mil
(morais + 1/2 salário mínimo mensal vitalício)

Decisões compiladas a partir de fontes públicas oficiais (STJ, TST, TRFs, TJs e respectivos sites de notícias). Cada caso tem suas particularidades. Os valores e desfechos não são previsões para situações futuras.

Sua causa começa aqui

Sua história merece
ser ouvida. Sua causa,
defendida.

Se você ou alguém da sua família foi vítima de acidente em aplicativo de transporte, conte sua história. Avaliamos com cuidado e respondemos com clareza sobre os caminhos jurídicos possíveis.

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Recife/PEAtendimento
rodrigo@rodrigogomes.adv.brE-mail direto