Área de atuação

Erros médicos
e de diagnóstico.

Defendemos pacientes e familiares em casos de falha em cirurgias, demora em atendimento, erro de diagnóstico, sequelas evitáveis e óbitos decorrentes de má prática hospitalar — no SUS, em hospitais particulares e em planos de saúde. Toda vítima de erro médico e toda família de vítima fatal tem direitos — e a condução técnica de um escritório especializado é o que transforma esses direitos em reparação integral.

Quem busca cuidado não pode receber dano.

A relação entre paciente e profissional de saúde é, talvez, a mais vulnerável de todas: você confia o que tem de mais valioso — a saúde, a vida, a vida de quem ama — a alguém que detém o conhecimento técnico que você não tem. Essa confiança é o alicerce de toda assistência médica. E quando ela é quebrada, o impacto é devastador.

Em casos de erro médico, é comum que o paciente ou a família, em primeiro momento, recebam explicações que minimizam o ocorrido: "foi uma intercorrência", "poderia acontecer com qualquer um", "o paciente já tinha riscos prévios". Essas justificativas são, muitas vezes, a primeira linha de defesa de hospitais, planos de saúde e profissionais — e raramente refletem o que uma perícia técnica revelaria sobre as falhas reais no atendimento.

Erros médicos não são inevitáveis. Quase sempre há um conjunto de protocolos, procedimentos e cuidados que, se observados, teriam impedido o dano. Comprovar essas falhas exige perícia técnica especializada e atuação jurídica que não se intimide diante de instituições poderosas — hospitais grandes, planos de saúde nacionais, ou redes do SUS.

O princípio que sustenta cada caso

Quem busca atendimento médico contrata uma promessa: receber cuidado dentro dos padrões técnicos da medicina. Se houve dano evitável, houve uma responsabilidade. Toda vítima de erro médico — e toda família de vítima fatal por falha médica — tem direitos. O papel de um escritório especializado é justamente garantir que esses direitos sejam transformados em indenizações justas e condizentes com o prejuízo real.

Há, ainda, uma dimensão que muitas vítimas e famílias só percebem depois: buscar seus direitos não é só um ato individual. É um ato de prevenção coletiva. Cada caso bem conduzido, cada indenização condizente com a gravidade do que aconteceu, ajuda a forçar hospitais, planos e profissionais a investirem em protocolos, em treinamento e em estrutura adequada. Quando vítimas se calam ou aceitam acordos injustos, o cálculo institucional permanece intacto — e o próximo paciente corre o mesmo risco.

Procurar a justiça é também impedir que aconteça de novo. Com outro paciente. Com outra família.

Sobre uma premissa equivocada

É comum ouvir, em casos de óbito, que "não adianta mover ação, porque o morto não volta". É verdade: o morto não volta. Mas evitar que outros morram é fundamental — e essa é uma das funções mais importantes de uma ação de reparação. Não se trata de transformar dor em dinheiro. Trata-se de garantir que aquela perda não se repita pela mesma falha — em outro plantão, em outro paciente, em outra família.

Se você é o paciente

Quando uma cirurgia, um procedimento ou um tratamento resulta em sequela permanente, agravamento da saúde ou complicação que poderia ter sido evitada, abre-se um caminho jurídico que precisa ser explorado com cuidado — começando pela coleta minuciosa do prontuário e pela perícia médica que estabelecerá as falhas eventualmente ocorridas.

Toda vítima de erro médico tem direitos. O que muda de um caso para outro é a profundidade da análise técnica: o estudo do prontuário, a perícia especializada, a identificação das falhas no protocolo, e a construção da estratégia que leve à reparação integral.

Documentos importantes para preservar

  • Prontuário médico completo (solicitar ao hospital)
  • Receitas, exames e laudos do tratamento
  • Termos de consentimento assinados
  • Comunicações com o plano de saúde
  • Notas fiscais e comprovantes de despesas
  • Diários, anotações e cronologia do tratamento

Erros e atrasos de diagnóstico

O diagnóstico errado — ou que demora demais para ser feito — é uma das principais causas de agravamento evitável em saúde. Doenças graves diagnosticadas tardiamente, sintomas que foram minimizados, exames que não foram solicitados ou interpretados corretamente: cada um desses cenários pode caracterizar falha no padrão técnico do atendimento.

Em situações em que o diagnóstico tardio agravou a doença ou tornou irreversível um quadro que poderia ter sido tratado, há reparação a ser buscada — e o trabalho técnico para comprová-la exige perícia especializada e atuação jurídica firme.

Casos envolvendo planos de saúde

Recusas de cobertura, demora em autorizar procedimentos essenciais, indicação de hospitais sem estrutura adequada ou profissionais não capacitados — em muitos casos, a falha não é apenas do médico ou do hospital, mas do plano de saúde que não cumpriu sua função.

Atuamos para que a estrutura de defesa dos planos não se sobreponha aos direitos do paciente, especialmente em casos graves em que a omissão da operadora teve impacto direto no agravamento do quadro clínico.

Para familiares de vítimas fatais

Não há palavras que devolvam alguém. Mas há um trabalho jurídico que pode garantir o suporte material que a família precisa para seguir — e o reconhecimento formal de que a perda não foi inevitável.

Toda família de vítima fatal por falha médica tem direitos. O que faz a diferença entre uma reparação simbólica e uma reparação integral é a profundidade técnica do trabalho jurídico: estudo minucioso do prontuário, perícia médica independente, identificação das falhas e construção da estratégia certa para o caso.

Conduzimos cada caso com a discrição que o momento exige. A família não precisa entender de medicina ou de procedimentos jurídicos — isso é com a gente. O que precisamos é entender a história e construir, juntos, a melhor estratégia.

Como atuamos nestes casos

Nosso trabalho começa onde os atendimentos genéricos terminam: na busca pela reparação integral. Iniciamos cada caso com análise técnica completa: estudo do prontuário, consulta a peritos médicos parceiros, levantamento dos protocolos aplicáveis ao caso e estimativa do valor justo da indenização.

Em alguns casos, é possível alcançar um desfecho pela via extrajudicial. Em outros, é necessária a ação judicial, com perícia médica formal, oitiva de testemunhas e, se preciso, recursos até as instâncias superiores. Em todas as etapas, você é informado e participa das decisões importantes.

Quem atendemos

Perfis de quem
buscou nossa defesa.

i.

Paciente com sequelas após cirurgia mal conduzida

Procedimento eletivo com complicações evitáveis — sequelas permanentes e impacto na vida profissional.

ii.

Família de vítima fatal por demora no atendimento

Atraso em diagnóstico de quadro grave levou a óbito — busca reparação contra hospital e médicos.

iii.

Paciente com diagnóstico tardio de câncer

Sintomas minimizados e exames não solicitados — agravamento que poderia ter sido evitado.

iv.

Família com bebê falecido por falha em parto

Negligência em procedimento obstétrico — perda do recém-nascido e busca por responsabilização.

Perguntas frequentes

O que costumamos
ouvir nos primeiros contatos.

"Intercorrência" é uma das palavras mais usadas por hospitais para descrever desfechos negativos — mas ela não responde, por si só, à pergunta jurídica importante: o que aconteceu poderia ter sido evitado se os protocolos médicos adequados tivessem sido observados? Essa pergunta só pode ser respondida por análise técnica do prontuário e por perícia médica especializada.
O prontuário é direito do paciente — e há mecanismos jurídicos para obtê-lo, mesmo diante de resistência da instituição. Em casos de óbito, os familiares próximos também têm legitimidade para acessá-lo. É frequente que escritórios especializados precisem atuar formalmente para garantir essa entrega antes mesmo de iniciar a discussão de mérito.
Não. O termo de consentimento informa sobre riscos inerentes ao procedimento — mas não libera o profissional ou a instituição de responder por falhas técnicas, omissões ou violação de protocolos. A análise jurídica precisa diferenciar o que era risco assumido do que foi falha evitável.
Sim. A esfera pública também responde por danos causados aos pacientes, e há jurisprudência consolidada nesse sentido. As particularidades processuais são diferentes das de hospitais privados, mas o direito à reparação não muda em função da natureza pública ou privada do atendimento.
Os honorários são definidos individualmente, considerando a complexidade do caso e os valores envolvidos, sempre conforme a tabela e o Código de Ética da OAB. A primeira conversa de avaliação não gera obrigação financeira nem compromisso de contratação.
Comece quando se sentir em condições. Não esperamos da família o conhecimento técnico — esperamos a história. Conduzimos a análise jurídica com discrição, apontamos os caminhos possíveis e só seguimos adiante com sua autorização. Se preferir, o primeiro contato pode ser feito por WhatsApp, sem necessidade de deslocamento.
Decisões reais

O que os tribunais já decidiram.

Decisões públicas de tribunais brasileiros em casos similares aos que atendemos. São referências de como o Judiciário tem tratado situações de vítimas e familiares — e do que pode estar ao alcance da sua causa.

STJ · 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça

Família de mãe que faleceu por hemorragia pós-cesariana recebe R$ 600 mil

Paciente faleceu por imperícia médica no pós-parto cesariano — falta de vigilância em sangramento intrauterino, com intervenção tardia em estado já crítico. STJ reconheceu responsabilidade solidária do médico, do hospital e da operadora do plano de saúde.

Danos morais: R$ 600 mil
(condenação solidária médico + hospital + plano)
STJ · Superior Tribunal de Justiça

STJ define indenização integral em caso de erro médico de 20 anos atrás

Em caso emblemático envolvendo grande hospital de São Paulo, o STJ encerrou disputa de duas décadas determinando indenização integral. Decisão reforça a aplicação do princípio da reparação integral — abrangendo todas as despesas médicas passadas e futuras relacionadas ao tratamento.

Reparação integral: Custeio vitalício
(tratamento + pensão pelo resto da vida)
STJ · 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça

Erro em parto causa sequelas permanentes em bebê — médico e hospital condenados

Bebê com pouco mais de um mês ficou com sequela permanente após erro médico. Hospital e médico foram condenados solidariamente, com pensão mensal vitalícia equivalente a um salário mínimo, além de indenização por danos morais.

Danos morais: R$ 120 mil
(+ pensão vitalícia mensal de 1 SM)
STJ · Superior Tribunal de Justiça

STJ restabelece R$ 300 mil de indenização para filhos de paciente falecida

Após erro médico que resultou em óbito, primeira instância condenou hospital e seguradora a R$ 60 mil para cada filho. Tribunal de origem reduziu o valor — mas a relatora ministra Nancy Andrighi reconheceu que o montante havia se tornado irrisório diante do dano e restabeleceu valor maior.

Indenização restabelecida: R$ 300 mil
(distribuídos entre os filhos)

Decisões compiladas a partir de fontes públicas oficiais (STJ, TST, TRFs, TJs e respectivos sites de notícias). Cada caso tem suas particularidades — os valores e desfechos não são previsões para situações futuras.

Sua causa começa aqui

Sua história merece
ser ouvida. Sua causa,
defendida.

Se você ou alguém da sua família foi vítima de erro médico, demora em diagnóstico ou falha em atendimento, conte sua história. Avaliamos com cuidado e respondemos com clareza sobre os caminhos jurídicos possíveis.

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